Sem assunto.. (ALTAMENTE OFF-TOPIC)

Se comprares essa B7 podes é começar a procura de uma tampa para o porta luvas :p

Esse ainda paga o IUC antigo (a menos que seja importado), melhor, mas os consumos disso em cidade são algo de "bonito" :p
Na minha A6 no para arranca faço 11/12 (Isto quando ando porque é muito raro andar com ela na cidade)
em AE com 5 pessoas e mala carregada, CC nos 140, 7.0/7.5, vazia e com duas pessoas ja fiz 6.5
 
Sim, a tampa do porta luvas também tive que reparar quando tive o 8P...

Acredita que ia ser mais económico e fácil de operar do que o meu actual 159. Pelo menos no funcionamento do DPF, embora se oiça falar de problemas no geral é sempre mais fácil de resolver nos Audis, e há sempre a técnica do aumento da porosidade que nestes dpf's do v6 é muito funcional. Eu preciso de um carro que seja chegar, ligar, andar os kms que precisar e não ficar preocupado se na próxima vez irá ser igual.

Sim, o IUC tinha que ser mesmo o indicado para a data de matricula que indicam, estou farto de pagar mais de 200 paus por um carro que é muito mais ecológico que muitos que andam aí á 20 anos...
 
Acabei de vender o Volante 4 Braços que estava no meu A3...até aqui nada de anormal...Mas fiquei curioso, porque será que um Stand de carros usados me comprou o volante? (Se é que me entendem :p )
 
Boas noites pessoal, pra não abrir outro tópico sobre isso, onde é que um companheiro meu vai arranjar os dvs para o navi plus rns-e num 8p sportback de 2007?
Abraço!
 
Quando os carros são roubados, muitos nunca aparecem porque são desmanchados, enviados para outros paises etc etc...
Mas outros acabam assim...no fundo do rio...
Encontraram esta A4 no fundo de um rio aqui em Genebra quando estavam a fazer a sua limpeza...
até doí..
13308732_1047128498700095_4328896098647419442_o.jpg
 
As crônicas de narnia, de certeza que sim.



Na segunda feira, o senhor Albino ou Alípio ou Abílio ou lá o que é, que é um homem que dês de que aprendeu a falar nunca disse nada de jeito, estava irrequieto e com um semblante pesaroso.
Havia horas em que não sabia se profissionalizava a rentabilidade, ou rentabilizava o profissionalismo.
Dizem as más línguas, que estava a desenvolver uma espécie rara de demência seletiva por vontade própria, no entanto, o seu medico particular ter-lhe-ia dito se o tivesse visto algum dia, para por de lado assuntos relativos a profissionalismo e rentabilidade, pois tais assuntos o levariam a contrair uma espécie rara de demência seletiva de maneira intencional, sem que o próprio soubesse.
Nos dias de hoje já existem inúmeros livros sobre essa demência e métodos para diagnosticar a mesma, no entanto tanto os calhamaços quanto os exames não passam de folhas em branco, isto segundo os especialistas na matéria ou qualquer outra pessoa que os veja.
Essa demência é de extrema gravidade e ao mesmo tempo irrelevante para o portador, tudo com base no comportamento de quem faz o diagnostico, que é só uma pessoa no mundo, cujo paradeiro é inserto dês que aprendeu a falar.
Eu pessoalmente e sendo o mais honesto possível comigo mesmo, já estou farto deste assunto, bora mudar.

E lá está o Focinho, um cão cor de vaca ,deitado na cama com o cadeeiro aceso e óculos fundo de garrafa, a ler mais um livro.
No meio da cama está a Maria, coitada, deitada entre o marido bêbado e o cão.
O cão, alheio a tudo o que se passa na casa, lê hiper focado mais um best seller. O dono, no outro extremo da cama ressona tão alto que os moveis tremem pela casa, e a pobre Maria cansada e deitada no meio dos dois, pensa noite após noite em mil maneiras diferentes de por termo há vida.
O cão apesar de ser dotado dum intelecto invejável, só ladra, se falasse seria professor catedrático ou etc. O chefe da família gasta o salario todo que ganha na tasca, só vai para casa para comer, dormir, etc.
Posto isto, deduz-se brilhantemente que quem mantem a casa em ordem é a Maria, Maria essa que procrastina por ainda não ter encontrado uma forma digna de se livrar da vida que leva. Uma idiota que está todos os dias por volta das mesmas horas indecisa. Questiona-se relativamente a pormenores e possiblidades irrelevantes que visam uma só finalidade.
Por mim a Maria saltava da ponte mais próxima que se justificasse, o marido morria de cirrose hepática por ingestão de álcool gel, e o cão seria adotado por uma família decente. Mas como a vida não é um conto de fadas, até hoje continua tudo igual se não me engano. Eu pessoalmente, cria genuinamente que o cão se safasse no fim desta historia, mas isso é difícil pois sou eu que a escrevo.
 
Last edited:
As crônicas de Narnia, do principio ao fim.

Nestes tempos, todos temos assistido nos mídia tradicionais e nos demais, a uma serie de acontecimentos que tem uma certa probabilidade de mudar o estado do mundo como o conhecemos, e certamente marcarão a historia.
É com base em tudo que temos assistido, que tenho a certeza cada vez mais clara, que precisávamos de mais gente com a visão do Focinho, o cão cor de vaca com óculos fundo de garrafa, etc.
O Focinho é um cão com um pensamento visionário no que toca a temas econômicos, geopolíticos, etc. Possivelmente poderia com as suas faculdades mudar o curso dos acontecimentos nos pontos chave. Evitando assim muito do que se tem passado, que por sua vez traz consigo uma serie de consequências nocivas em todo o globo.
Se não fosse um cão como os outros, que corre a ladrar atras dos carros e motos, arrecadava todos os prêmios Nobel, todos os anos, em todos os campos.
Mas em vez disso, o rafeiro só sabe coçar as carraças, ladrar para tudo que mexe, sujar a via publica com urina e fezes, encher a casa com o pelo que larga, roer os livros os donos, cheirar a cão, etc.
Muito honestamente não posso falar muito, pois na porta da Maria tem um aviso que diz para ter cuidado com o cão.
Depois de tudo fiquei sei saber se o focinho é um gênio como os antigos ou um cão comum, mas por outro lado tenho a nítida impressão que isso não interessa a ninguém, portanto siga.

Enquanto Joaquin descia e subia as escada em simultâneo viu a luz divina.
Ou seja, sobe as escadas, desce as mesmas, e vê a luz divina. Faz as três coisas ao mesmo tempo, não há mesmo pai para o Joaquim.
No entanto a tal luz é de uma escuridão imensa, comparável a cor do espaço sideral mas sem astros visíveis.
Joaquim com a mais pacifica das cóleras proferiu a mais ruidosa das frases num silencio sepulcral. Frase essa que ecoa desde sempre como que dita no vácuo do espaço.
Desde então, Joaquim nunca mais foi o mesmo, apesar de não ter acontecido nada de especial para ele.
O burro ainda não se deu conta que tem que ir a um medico, anda a ver coisas sem nexo e acha que isso é algo místico. Por conseguinte acha-se especial ao ponto de ficar tão egocêntrico que já nem da para falar com ele, ele para ele é o escolhido.
Sendo bem sincero, o Joaquim não me aquece nem arrefece, é só mais um bom rapaz de péssima índole que eu nunca vi mais gordo. Neste caso subentendesse que ando para aqui a falar do que não sei, mas eu é que escrevo isto portanto, posso mudar os nomes do casal do principio para Angélica e Armindo, ou então no fim da historia o Joaquim adota o Focinho e ganha um premio Nobel.
 
Last edited:
As crônicas de Narnia, para sempre ou assim.

A Maria e o marido foram passear ao jardim, para comer um gelado, ver as margaridas, e aproveitar a brisa. Mas isso não interessa. O que interessa é que levaram o focinho a um canil, e logo no dia seguinte foi adotado pelo Joaquim.
O Albino ou Alípio ou Abílio ou lá o que é, reformou-se, portanto também já não interessa, mas digo isto como se alguma vez tivesse interessado.
O Joaquim, já com o focinho bem acondicionado no carro, a caminho de casa atropelou um javali. O Joaquim o focinho e o javali saíram dessa quase ilesos, mas o carro foi para a sucata porque eu quero que seja assim.
O Joaquim, como tem bom lombo que trabalhe e compre um Audi, para ver se vem parar aqui. Enquanto não tem o Audi que se amanhe, existem transportes públicos portanto, sempre pode comprar um passe para ir trabalhar.
Eu não tenho que lhe dizer tudo, ele que pense por ele.
Os prêmios Nobel ganham-se por mérito, portanto seria loucura da minha parte se um fosse para o Joaquim.
De resto só sei que o focinho continua quase o mesmo, quase porque agora usa lentes de contacto em vez duns óculos fundo de garrafa.
Não há mesmo pai para o Joaquim, ele levou o rafeiro a um oftalmologista veterinário e agora o cão está com mais autoestima.
Não quero saber desta história, a gente citada não presta para nada, parecem todos uns lunáticos, quero mais é que morram todos.
 
Last edited:
Back
Top